É o vazio que eu vejo
Novo ano, temporada nova e repete-se o mesmo roteiro dos fevereiros anteriores: desinteressantíssimos Campeonatos Estaduais dividindo espaço com a previsibilidade das primeiras fases da Libertadores da América e Copa do Brasil. Na primeira vista, tudo bem, qual o problema disso? Início de temporada deve ser assim mesmo, com todos aquecendo os motores para engrenar ao longo do ano. Mas o problema não é esse. A decepção fica em como se estrutura a disputa dessas três competições, com quatro meses de nada, somente jogos ordinários de Davis versus Golias, e depois duas semanas de abril onde se define quem segue em frente [...]